quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

CALENDÁRIOS


Existe um instrumento que mede a passagem do tempo tendo como base a observação da movimentação dos astros celestes e procurando identificar a correspondência entre essa movimentação e a duração de um ciclo anual, dividindo-o assim, em dias, meses e anos. Este instrumento chama-se calendário.

Há diferentes tipos de calendários, como por exemplo, o calendário gregoriano, o chinês e o islâmico.

O calendário adotado oficialmente em nosso país é o gregoriano. Ele recebe esse nome por ter sido introduzido pelo papa Gregório XIII em 1582. Ele é solar, correspondendo a uma volta da Terra em torno do Sol, tendo o ano 365 dias e, a cada quatro anos, ocorre um ano bissexto. Neste calendário, a contagem dos anos começam na data do nascimento de Jesus Cristo. Dessa forma, os anos contados a partir do nascimento de Cristo podem ou não ser acompanhados da sigla d.C, que significa depois de Cristo, e são contados de forma crescente, enquanto os anos contados antes de Cristo, são acompanhados obrigatoriamente da sigla a.C, que significa antes de Cristo e são contados de forma decrescente.

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

OS DIFERENTES TEMPOS


Existem diferentes modos de entender o tempo. Existe o Tempo da Natureza, o Tempo Cronológico e o Tempo Histórico.

O Tempo da Natureza é aquele que não depende da vontade humana, mas passa naturalmente com os fenômenos naturais e pode ser percebido, por exemplo, pelas estações do ano.

Já o Tempo Cronológico é aquele que é medido e contado, sendo por isso, um elemento cultural, produzido pelo homem, já que foi o ser humano que criou as diversas formas de medições do tempo, como por exemplo, segundo, minuto, dia, mês, ano, e os diversos instrumento para medir a passagem do tempo, como a ampulheta, o relógio, o calendário.

Enquanto isso, o Tempo Histórico é aquele que pode ser percebido pelas permanências e mudanças que acontecem na sociedade, podendo ser de curta duração, com acontecimentos breves, de média duração, com acontecimentos demorados e de longa duração, com processos históricos que demoram longos períodos para ocorrer.

Estes são os diferentes entendimentos sobre o tempo.

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

O TEMPO


O tempo é um elemento interessante, nós não o vemos, mas percebemos os seus efeitos. O tempo não pára, sempre se move para frente e não há como voltar, retroceder. Todos nós estamos dentro dele e não há como fugir dos seus efeitos.

Neste primeiro momento de 2012, vamos começar a refletir sobre o tempo: seus diferentes tipos e as diferentes formas de medi-lo, pois este elemento é fundamental para os estudos históricos.

Aguardem e acompanhem.

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

A PROCLAMAÇÃO DA REPÚBLICA NO BRASIL


  



Em fins de 1889 o império brasileiro passava por crises em vários setores da sociedade. Crescia várias oposições ao governo imperial como a questão abolicionista, a questão republicana, a questão religiosa e a questão militar. 

A oposição de tantos setores ao governo imperial fez com que o imperador D. Pedro II apresentasse à Câmara dos Deputados um programa de reformas políticas. Mas essas reformas chegaram tarde de mais. No dia 15 de Novembro de 1889, o marechal Deodoro da Fonseca assumiu o governo das tropas revoltosas, ocupando o quartel-general do Rio de Janeiro. O gabinete imperial foi deposto. O imperador, que estava em Petrópolis durante esses acontecimentos, recebeu, no dia seguinte, um respeitoso documento do novo governo, solicitando que se retirasse do país juntamente com sua família.

A oposição de tantos setores da sociedade à monarquia tornou possível o tranquilo golpe político que derrubou a monarquia e implantou a república. Marechal Deodoro da Fonseca assumiu o governo provisório da república ainda na noite de 15 de novembro de 1889, tornando-se com isso, o primeiro presidente da república brasileira e inaugurando a nova forma de governo no Brasil.

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

A REPÚBLICA NA ROMA ANTIGA


Até cerca de 509 a. C. vigorou em Roma a Monarquia. Mas, no reinado de Tarquínio II, famílias romana poderosas ficaram insatisfeitas com concessões que este rei deu aos plebeus para uma maior participação nos assuntos de interesse público.
Para controlar diretamente o poder em Roma, essas famílias poderosas (os patrícios), que formavam o senado, rebelaram-se contra o rei, expulsando-o juntamente com os etruscos da cidade e estabeleceram uma nova organização política: a República, cujas principais instituições deste novo período eram: o Consulado, o Senado e a Assembleia do povo.

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

A REPÚBLICA


República (do latim res publica, "coisa pública") é uma forma de governo na qual o chefe do Estado é eleito pelos cidadãos ou seus representantes, tendo a sua chefia uma duração limitada. A eleição do chefe de Estado, por regra chamado presidente da república, é normalmente realizada através do voto livre e secreto. Dependendo do sistema de governo, o presidente da república pode ou não acumular o poder executivo.
A origem deste sistema político está na Roma antiga, onde primeiro surgiram instituições como o senadoNicolau Maquiavel descreveu o governo e a fundação da república ideal na sua obra
Discursos sobre a primeira década de Tito Lívio (1512-17). Estes escritos, bem como os de seus contemporâneos, como Leonardo Bruni, constituem a base da ideologia que, em ciência política, se designa por republicanismo.
Fonte: Wikipédia.

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

A REFORMA LUTERANA

Martinho Lutero era monge e professor da Universidade de Wittenberg na atual Alemanha. Ele teve acesso a leitura da Bíblia e através das suas reflexões começou a discordar da venda de indulgências e de outros ensinos da Igreja Católica Romana. Muita gente buscava perdão de pecados e salvação para si e para seus familiares em troca de dinheiro e doação de terras. Reprovando toda essa prática, Lutero fixou na porta da Igreja de Wittenberg suas 95 teses, um texto em que criticava a troca de perdão por dinheiro, dente outras críticas. Isso aconteceu no dia 31 de Outubro de 1517, data considerada como o início da Reforma Protestante.
Depois de muitos conflitos entre as tropas do Imperador alemão Carlos V e os partidários da Reforma, um acordo foi assinado, na cidade de Augsburgo, ente o imperador católico e os nobres protestantes, que ficou conhecida como Paz de Augsburgo.

A partir daí, os príncipes alemães puderam escolher a religião que desejavam em suas terras. Depois disso, a reforma luterana influenciaria outros lugares que também fizeram reforma religiosa.